sexta-feira, 13 de setembro de 2013

A TECNOLOGIA ASSISTIVA





Os recursos de Tecnologia Assistiva, segundo Bersch (2006,p2), “deve ser entendida como um auxílio que promoverá a ampliação de uma habilidade funcional deficitária ou possibilitará a realização da função desejada e que se encontra impedida por circunstância de deficiência”.
Neste contexto o professor do AEE deverá observar e identificar as possíveis barreiras que limitam ou impedem o aluno com deficiência física a desempenhar com autonomia as atividades escolares.
No “caso Gabriel”, tratando-se de um deficiente físico “TETRAPLEGICO”, 14 anos, aluno de uma escola da rede pública municipal, que em virtude da sua deficiência física era impedido de realizar várias atividades no cotidiano escolar. Diante destas dificuldades fez-se necessário pensar e agir na elaboração e execução de recursos que conduzisse o mesmo a participar ativamente das atividades do AEE e sala de aula comum; que foi a confecção de uma cadeira de rodas adaptadas com adequação postural, já que o mesmo permanece por várias horas na mesma. Como também um apoio de braços, onde permitiu uma melhor concentração e conforte durante a realização das tarefas proposta tanto no Atendimento quanto na sala de aula comum. Estes elaborados e confeccionados com total orientação de um profissional da rede de apoio, a fisioterapeuta do Hospital Sara de Fortaleza-CE, onde o mesmo faz acompanhamento clinico. Foi também confeccionado pelo professor do AEE alongamento lápis para que o mesmo desenvolvesse a capacidade de escreve, desenhar e pintar. (ver imagem)

Estas soluções foram de suma importância na trajetória acadêmica do Gabriel, proporcionando ao mesmo a independência possível na realização de diversas tarefas do cotidiano escolar.

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