Os recursos de Tecnologia Assistiva,
segundo Bersch (2006,p2), “deve ser entendida como um auxílio que promoverá a
ampliação de uma habilidade funcional deficitária ou possibilitará a realização
da função desejada e que se encontra impedida por circunstância de deficiência”.
Neste contexto o professor do AEE
deverá observar e identificar as possíveis barreiras que limitam ou impedem o
aluno com deficiência física a desempenhar com autonomia as atividades
escolares.
No “caso Gabriel”, tratando-se de um
deficiente físico “TETRAPLEGICO”, 14 anos, aluno de uma escola da rede pública
municipal, que em virtude da sua deficiência física era impedido de realizar
várias atividades no cotidiano escolar. Diante destas dificuldades fez-se
necessário pensar e agir na elaboração e execução de recursos que conduzisse o
mesmo a participar ativamente das atividades do AEE e sala de aula comum; que
foi a confecção de uma cadeira de rodas
adaptadas com adequação postural, já que o mesmo permanece por várias horas na
mesma. Como também um apoio de braços,
onde permitiu uma melhor concentração e conforte durante a realização das
tarefas proposta tanto no Atendimento quanto na sala de aula comum. Estes
elaborados e confeccionados com total orientação de um profissional da rede de
apoio, a fisioterapeuta do Hospital Sara de Fortaleza-CE, onde o mesmo faz
acompanhamento clinico. Foi também confeccionado pelo professor do AEE alongamento lápis para que o mesmo
desenvolvesse a capacidade de escreve, desenhar e pintar. (ver imagem)
Estas soluções foram de suma
importância na trajetória acadêmica do Gabriel, proporcionando ao mesmo a
independência possível na realização de diversas tarefas do cotidiano escolar.
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